terça-feira, 30 de junho de 2009

MENSAGENS PARA MEDITAR

PELOS MARES DA VIDA -Que o Senhor Jesus seja o comandante do nosso barco. Os navios estão entre os meios de transporte mais antigos e importantes da história. Sua primeira citação bíblica encontra-se em Gênesis 49.13. Sua utilidade, já em tempos remotos, incluía o comércio (Pv.31.14), a guerra (Nm.24.24) e a condução de passageiros (Jn.1.3). As viagens marítimas, com as características que lhes são peculiares, tornam-se boas ilustrações para diversos ensinamentos. A vida humana pode ser comparada a uma viagem. A vida cristã, da mesma forma. Podemos pensar ainda na viagem, como um conjunto de providências, esforços e aplicação de recursos com vistas a determinados objetivos, sejam pessoais, ministeriais, familiares ou profissionais.Como viajantes que somos, precisamos ter um rumo definido, uma direção, um destino escolhido. Não podemos viver à deriva. É importante que estabeleçamos alvos na vida, não apenas materiais, mas espirituais e eternos. A CONSTRUÇÃO DO NAVIO"No coração dos mares estão os teus termos; os que te edificaram aperfeiçoaram a tua formosura. De ciprestes de Senir fizeram todas as tuas tábuas; trouxeram cedros do Líbano para fazerem um mastro para ti. Fizeram os teus remos de carvalhos de Basã; os teus bancos fizeram-nos de marfim engastado em buxo das ilhas de Quitim. Linho fino bordado do Egito era a tua vela" (Ez.27.4-7).Para todos os nossos empreendimentos, precisamos passar pela etapa de preparação. Não sejamos negligentes. É preciso que seja feito o melhor investimento possível. No citado texto, notamos a alta qualidade como elemento prioritário. O preço seria igualmente elevado. Economizar nesse momento pode ser medida imprudente. A infância, por exemplo, é um período precioso, quando os pais estão preparando os filhos para a vida. Em seguida, vem a adolescência e a juventude, ocasiões propícias para que se prepare, no que for possível, para a vida profissional, o casamento e a constituição familiar. Quando estes propósitos são realizados prematuramente, sem o devido preparo, é como se o barco fosse colocado na água antes da hora. Tendo sido, porém, terminada e bem feita, a embarcação estará apta para enfrentar os embates de sua missão oceânica.O INÍCIO DA VIAGEMDepois de pronto, o navio precisa sair do cais. Ele não pode ficar eternamente ancorado, evitando os desafios do mar aberto. O propósito de sua existência não é o eterno estacionamento. Barco que não navega cria lodo, mofa, enferruja e apodrece. Tais são os efeitos da omissão. Todo ser humano precisa crescer, sair do seu lugar de conforto e estabilidade para alcançar outros locais e novas experiências (Gn.12.1). Contudo, nada disso pode ser feito com irresponsabilidade. Apesar da possível resistência inicial, sair do cais ainda é a parte mais fácil da viagem. Nesse começo, geralmente, tudo parece tranquilo e promissor. As águas litorâneas costumam ser relativamente calmas e, em caso de agitação, o porto está ao alcance do marinheiro. Os viajantes partem cheios de boas expectativas, principalmente aqueles que fazem a primeira viagem.A infância é uma época de fantasias coloridas para a maioria das crianças. O futuro parece um lugar agradável aonde se deseja chegar rapidamente. Ser adulto, aos olhos infantis, parece sinônimo de independência e liberdade, uma idade em que, supostamente, será possível obter e fazer tudo o que se deseja. O princípio da vida cristã também pode ser uma experiência tão maravilhosa que o mundo parece ter ficado mais belo. Muitos problemas ficaram para trás e experiências gloriosas se aproximam. Da mesma forma, o início de um negócio ou de um relacionamento, pode ser excelente. Contudo, quando se chega em alto mar, algo pode mudar. Muitas surpresas podem ocorrer. QUEM AVANÇA RENUNCIAQuando o navio se afasta do porto, muitas coisas ficam para trás. Não é possível alcançar novas terras sem que algo seja abandonado e perdido. O viajante não pode levar sua casa com todos os seus pertences. Todo crescimento tem essa característica: a perda. O adolescente perde sua vida infantil, seus brinquedos, roupas e regalias. O adulto renuncia a casa dos pais e os costumes juvenis. Quem se casa perde prerrogativas da vida de solteiro em troca da constituição familiar. Assim também, quem decide seguir a Cristo, deve abrir mão dos prazeres do mundo e das artimanhas do velho homem. É o preço a ser pago. Contudo, o ganho é muito maior do que a renúncia. O apego excessivo pode impedir o desenvolvimento."Esquecendo- me das coisas que atrás ficam, e avançando para as que estão adiante, prossigo para o alvo..." (Fp.3.13-14) .O MEIO DA JORNADA"Os teus remadores te conduziram sobre grandes águas; o vento oriental te quebrantou no meio dos mares" (Ez.27.26).Estar no meio do mar pode ser assustador. A grandeza do oceano faz com que nos sintamos insignificantes. Tal é o nosso sentimento diante dos grandes empreendimentos, desafios e problemas da vida. Por isso, precisamos de Deus.Os navios antigos, por não terem motores, dependiam dos remos, mas principalmente do vento. Sua falta seria um problema. A calmaria nos paralisa. É um tempo quando nada acontece. Precisamos esperar. É hora propícia para o descanso, embora a ansiedade nos assedie. Em outros momentos, os ventos são contrários (At.27.4). As circunstâncias nos impelem em sentido oposto ao que desejamos. Precisamos resistir, recolher as velas e remar. Durante grande parte da viagem, os navegantes não veem a terra, nem a origem nem o destino. Nesse momento não se pode viver por vista, mas pela fé. A determinação em prosseguir deve ser obstinada. A insegurança e o medo nos ameaçam, mas a fé os sobrepuja e vence. Quantas vezes nos sentimos assim? Não vemos coisa alguma. Nosso passado está perdido e o futuro parece inatingível. Porém, nossa confiança está em Deus, que não nos deixará perecer. Os navios antigos não possuíam bússola. A orientação era determinada pela posição do sol e das estrelas (At.27.20). Logo, o navegador deveria olhar para cima quando precisasse se orientar. Nós também não podemos viver apenas por referências terrenas, pois estas são incertas. "Pensai nas coisas que são de cima, e não nas que são da terra" (Cl.3.2).Os perigos marítimos são muitos, principalmente naquelas viagens dos tempos bíblicos, quando as naus não eram tão fortes e equipadas como as atuais. Os recursos de navegação eram rudimentares. Em todos os tempos, porém, alguns riscos são comuns: as rochas submersas (Jd.12), os icebergs, os piratas e, principalmente, as tempestades. Os icebergs são traiçoeiros, pois a parte submersa pode ser muito maior do que a que se vê na superfície. Não podemos subestimá-los, considerando- nos, por arrogância, capazes de enfrentá-los. Por esta causa, pereceu o Titanic, em 1912. Algumas situações que parecem ruins podem tornar-se péssimas. Alguns indivíduos que não parecem confiáveis, podem ser muito perigosos. Devemos ser prudentes, evitando lugares e pessoas que possam representar riscos desnecessários (Tt.3.10; IITm.2.16). As colisões do percurso podem causar avarias ao casco. Um pequeno furo pode ser suficiente para que entre muita água, capaz de levar a pique uma grande embarcação. Portanto, não podemos considerar de pequena importância os pecados que tenazmente nos perseguem, por mais inofensivos que possam parecer. Quando se está no meio de um trajeto, o risco de continuar é semelhante ao risco de retroceder. Então, prossigamos para o alvo. A jornada é longa e o deslocamento é quase sempre lento. Sejamos pacientes e perseverantes. Não vale a pena voltar. Não façamos como os israelitas que desejaram retornar ao Egito (Num.14.3). "O justo viverá da fé e se ele retroceder, a minha alma não tem prazer nele" (Heb.10.38). A TEMPESTADE"Mas o Senhor lançou sobre o mar um grande vento, e fez-se no mar uma grande tempestade, de modo que o navio estava a ponto de se despedaçar" (Jn.1.4).Algumas vezes, a embarcação é atingida pela forte chuva, sacudida pelo vento e açoitada pelas grandes ondas. Suas estruturas são provadas com rigor. É assim também conosco. Somos atingidos por muitas tribulações que parecem destruidoras. As tempestades são previsíveis. Não sabemos quando virão, mas sua vinda é certa. Erram gravemente aqueles que se iludem, pensando que a vida seja fácil, imaginando que não haja ataques nem reveses. Aquele que se converte ao evangelho de Cristo deve esperar tribulações e lutas, pois elas fazem parte do nosso processo de aperfeiçoamento (Jo.16.33; IPd.1.7; Rm.5.3-5). As dificuldades são necessárias, úteis e importantes para o nosso crescimento. Sabemos que a chuva, seja garoa ou tempestade, vem sobre os maus e os bons (MT.5.45). O apóstolo Paulo enfrentou grande temporal enquanto navegava para Roma (At.27.18). O próprio Jesus, com os discípulos, conheceu a agitação no mar da Galiléia (Mt.8.24). Não é apenas o ímpio que enfrenta problemas sérios na vida. Em alguns momentos, ocorre até o contrário do que se espera: o justo está sendo atribulado, enquanto os incrédulos se encontram em aparente tranquilidade (Sl.73). A tempestade pode ocorrer como ato do juízo divino, mostrando que erramos o rumo (Jn.1.4), ou simplesmente como tribulações naturais que vêm para provar a nossa fé (Mt.8.24). Existem algumas regiões dos mares onde a navegação é desaconselhável. São lugares perigosos, onde as borrascas são constantes ou a profundidade é insuficiente. As estações do ano também ajudam a prever um tempo tranquilo ou hostil. Assim, se o viajante, mesmo alertado, quiser se aventurar, estará assumindo a responsabilidade pelos possíveis danos. Na vida, existem situações que geralmente conduzem ao prejuízo e à morte. Se tantas pessoas pereceram naquele trajeto, por quê haveremos de segui-lo? Se Deus nos tem avisado, por quê seremos insistentes na prática do mal? Não poderemos reclamar quando estivermos encalhados ou submersos.Não há como dizer que todas as viagens serão bem sucedidas. Quando estimulamos as pessas a buscarem seus sonhos, não podemos generalizar a possibilidade de êxito, pois alguns projetos são errados e Deus não os abençoará. O cruzeiro de Jonas fracassou (Jn.1.15). Os navios de Tiro foram destruídos, ainda que tenham sido bem preparados (Ez.27.27). O mesmo aconteceu com os de Josafá (IRs.22.48). Precisamos examinar nossos propósitos, sob a luz da palavra de Deus, antes de colocá-los em prática. CARGAS AO MARNo meio do mar bravio, o barco precisa manter sua flutuabilidade. Para tanto, todo peso que não seja indispensável deve ser lançado fora (Jn.1.4). Muitos viajantes levam bagagem excessiva. São hábitos do passado, ídolos, culpas, ressentimentos, coisas que precisam ser abandonadas. Com elas não poderemos prosseguir. O apego pode ser fatal."Como fôssemos violentamente açoitados pela tempestade, no dia seguinte começaram a lançar a carga ao mar" (At.27.18).A renúncia precisa ser completa em se tratando daquilo que não pode ser levado para o nosso destino pelo fato de ser incompatível, prejudicial ou inútil. Precisamos nos dedicar ao principal, eliminando o que rouba nosso tempo, energia, dinheiro e outros recursos. Aquele que se recusa a entregar o que precisa ser eliminado corre o risco de naufragar, levando consigo outras pessoas. Em se tratando da vida cristã, o pecado é a carga mais pesada que pode existir (Heb.12.1-2) . Alguns, por não renunciarem à iniquidade, naufragaram na fé (ITm.1.19-20) . Naufrágio é fracasso, podendo ser mortal ou não, transitório ou definitivo.CLAME AO SENHORAlgumas vezes, enfrentamos situações que são verdadeiras tormentas. Parece que estamos perdendo o controle da vida. Devemos buscar ao Senhor para que nos proteja, de modo que não sejamos tragados pelas ondas. "O mestre do navio, pois, chegou-se a ele, e disse-lhe: Que estás fazendo, ó tu que dormes? Levanta-te, clama ao teu Deus; talvez assim ele se lembre de nós, para que não pereçamos" (Jn.1.6).Aqueles que receberam Jesus Cristo como salvador contam com sua divina presença dentro do barco e podem clamar a ele sempre que for necessário. Todavia, além de estar presente, é importante que ele seja o comandante. Nossas vidas precisam seguir a sua direção. Além de Salvador, precisamos reconhecê-lo como Senhor. Cristo é aquele a quem o vento e o mar obedecem (Mt.8.27). Contudo, é preciso perguntar: Será que nós o obedecemos?A ÂNCORAEste é um dos mais importantes instrumentos das grandes embarcações. É utilizada para prender o navio, de modo que ele não seja levado pelas águas. A âncora é lançada para alcançar algo que está próximo, mas ainda não pode ser tocado com as mãos, seja uma rocha ou o próprio porto. "Ora, temendo irmos dar em rochedos, lançaram da popa quatro âncoras" (At.27.29)."Tenhamos poderosa consolação, nós, os que nos refugiamos em lançar mão da esperança proposta; a qual temos como âncora da alma, segura e firme, e que penetra até o interior do véu..." (Heb.6.18-19) .A CHEGADASe a nossa viagem é feita de acordo com os propósitos do Senhor e se ele comanda o nosso barco, chegaremos salvos ao nosso destino. Que o Senhor nos fortaleça enquanto navegamos nas águas turbulentas deste mundo. Que alcancemos portos seguros, que representam o bom resultado do nosso trabalho com a bênção de Deus. E, ao terminar esta vida, chegaremos à pátria celestial, nosso último porto. Anísio Renato de AndradeBacharel em Teologiawww.geocities. com/anisiorenato

domingo, 28 de junho de 2009

NÃO TEMAS DEUS É CONOSCO

VOCÊ TEM MEDO ?
Jó foi um homem de Deus, conforme o próprio Senhor falara a respeito dele: “(...) Observaste tu o meu servo Jó? Porque ninguém há na terra semelhante a ele, homem sincero, e reto, e temente a Deus, e desviando-se do mal” (Jó capítulo 1, versículo 8).
Há muito tempo se debate a causa do sofrimento de Jó. Já li em um livro que ele sofreu porque não era fiel nos dízimos. Respeito todas as opiniões, porém ele mesmo diagnosticou a causa do seu sofrimento: “Por que o que eu mais temia me veio, e o que receava me aconteceu?“ (Jó capítulo 3, versículo 25).Entenda: o medo é uma porta aberta para o diabo entrar na vida de uma pessoa. Feche essa porta com a Palavra de Deus. Veja declarações bíblicas que irão ajudá-lo: “O Senhor é a minha luz e a minha salvação; a quem temerei? O Senhor é a força da minha vida; de quem me recearei?” (Salmos capítulo 27, versículo 1).
Quando a Palavra de Deus ilumina o coração, ou seja, quando você é dirigido por Ela, não há temor do mal; a Palavra dá segurança. Quando surge uma doença, e, com ousadia, você diz “Fora! Eu fui sarado pelas feridas de Jesus!”, na verdade, você falou a Palavra de Deus que está em seu coração.
Ainda no entendimento acima, em Provérbios capítulo 1, versículo 33, lemos: “Mas o que me der ouvidos habitará seguramente e estará descansado do temor do mal”. Isso mostra que a pessoa que dá atenção à Palavra, crédito ao que o Senhor diz, não terá medo do mal.
Em Isaías capítulo 41, versículo 10, o Senhor diz: “Não temas, porque eu sou contigo (...)”. Mas quando é que Ele está com você? Quando a Palavra está em seu coração. A profecia afirma: “Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho, e ele será chamado pelo nome de Emanuel, que traduzido é: Deus conosco" (Mateus capítulo 1, versículo 23). Jesus é Deus conosco, e Ele é a Palavra que se fez carne e habitou entre nós. Quando alguém tem a Palavra revelada no seu espírito, ele não teme o mal.
Olhe na Bíblia exemplos de pessoas que não temeram, pois confiaram no Senhor na adversidade: Davi diante de Golias (1 Samuel capítulo 17, versículos 40 a 52); Ezequias, quando ameaçado por Senaqueribe (2 Crônicas capítulo 32, versículos 1 a 8); Eliseu cercado pelo exército da Síria (2 Reis capítulo 6, versículos 14 a 18). Todos declaravam que maior é o que está conosco, conforme o livro santo “Se Deus é por nós, quem será contra nós?” (Romanos capítulo 8, versículo 31), e maior é o que habita em nós (1 João capítulo 4, versículo 4). Ande nesse amor, sim. Pois o verdadeiro amor é andar na Palavra, e ele lança fora todo medo (1 João capítulo 4, versículo 18).
A Bíblia diz que o medo é um espírito (2 Timóteo capítulo 1, versículo 7), porém Deus não nos deu esse espírito, mas, sim, de poder, amor, moderação. Quando ele surgir, resista com a Palavra de Deus, e ele fugirá.
Que Deus o abençoe e que você possa andar no amor de Deus com toda ousadia, testemunhando que está livre do medo do mal, pois maior é aquele que habita em nós.Em Cristo,Jayme de Amorim

MENSAGENS DE R.R.SOARES

FEITOS PARA DEUS
“E nos fez reis e sacerdotes para Deus e seu Pai, a ele, glória e poder para todo o sempre. Amém!” (Apocalipse 1.6).
Antes da queda, o homem seria como o Senhor Deus aqui na terra, porém, perdeu essa privilegiada posição. Mas, com a obra de Cristo no Calvário, tudo lhe foi restituído. Agora, em todas as coisas, ele é mais do que vencedor (Romanos 8.37), foi feito rei e sacerdote para Deus (1 Pedro 2.9), e a sua autoridade em Cristo é maior do que ele possa imaginar.
Deus fez o ser humano à Sua imagem e semelhança (Gênesis 1.26) e nada lhe faltava em todos os sentidos. O primeiro homem, Adão, foi criado como ser inteligente e deveria ter domínio sobre toda a criação do Senhor. No entanto, ele desobedeceu ao Altíssimo e provou a morte espiritual, a separação de Deus, a qual fez com que ele e, consequentemente, nós perdêssemos todas as habilidades. Então, reduzidos à escravidão do pecado, passamos por um processo de inferiorização, que nos levou a sermos escravos das baixas paixões e dos mais sujos instintos. Entretanto, de volta à Palavra, mediante a obra da salvação realizada por Jesus, temos condições de agir como “super-homens”, em comparação com as demais pessoas que não se submetem a Deus.
Por termos sido refeitos em Cristo, fomos feitos reis para Deus; por isso, nossa postura diante de qualquer circunstância deve ser a de alguém mais que vencedor. Devemos entrar nas batalhas sabendo que sairemos com a vitória. Só não podemos fazer aquilo que o Senhor não nos dirige em Sua Palavra. Quem ousar crer nem precisa se preocupar se suas determinações não forem realizadas quando tomar a atitude. A sua ordem está sendo executada e não falhará.
Agora, essa posição coloca sobre nós uma grande responsabilidade. Adão frustrou Deus ao pecar, uma vez que o Senhor esperava que o ser criado cumprisse a missão que Ele lhe confiou. Que o mesmo não aconteça com você! Fomos feitos para Deus como reis e sacerdotes. Desempenhe sua chamada com todo o seu ser!
Diante de tudo isso, podemos entender que a nossa força é maior do que imaginamos. Não falo da física ou mental, mas, sim, da espiritual. O anjo disse a Gideão: Vai nesta tua força... (Juízes 6.14). Cada vez que recebemos uma revelação, recebemos uma força do Senhor para operar o que a palavra enviada a nós anunciou (Isaías 55.11). Com esse vigor, fazemos a guerra. Quem tem várias revelações possui um acúmulo de força à sua disposição. Então, com ela devemos ser reis para o nosso Deus. O rei é quem tem a última palavra em qualquer situação. Aproveite agora e aja como tal!
Em Cristo, com amor,
R. R. Soares
Mensagem enviada em: 27/06/2009

quinta-feira, 25 de junho de 2009

SE PREPARE A HORA TÁ CHEGANDO.







JESUS AQUELE QUE CURA TODAS AS ENFERMIDADES.

...E estes sinais seguirão aos que crerem...Mc.16
Testemunho de Marciele F. de Siqueira Moreiracuiaba - mt - Brasil
A paz do Senhor missionário e irmãos da Igreja da Graça. Após ter uma notícia de que sofria de hipotiroidismo e que só poderia ter filhos após tratamentos, fiquei muito triste pois o meu sonho era ter um filho. E trabalhando com um homem de Deus certa vez o Senhor o usou em uma revelação e me fez uma promessa, e disse que eu deveria fazer os exames p/ constatar algo que o Senhor tinha me dado um presente (a gravidez) contrariando os médicos mesmo após um mês de tratamento, e assim aconteceu para a Glória de Deus estava com 6 semanas de gestação. Comecei a participar de cultos onde eu trabalhava e a cada dia a palavra de Deus ia me libertando. Mas não me decidia por Cristo, assistia os programas na band. Meus pais frequentam a igreja da graça e me incentivavam a assistir. Estava já com 4 meses de gestação e um dia uma mulher que eu creio usada pelo demônio tendo em vista que era doente mental, andarilha, me disse que eu não teria o filho e disse que era uma menina, sendo que eu ainda nem sabia o sexo do bebê, disse que eu morreria no parto. Como não servia a Deus infelizmente fui contaminada e após aquele dia passei a ter cólicas até o diagnóstico 3 pedras na vesícula biliar. Internei por várias vezes, e teria que operar pois estava com 4 meses e a vesícula estava inflamada. Estava muito triste pois o Senhor quem tinha prometido, mas sei que ele não se arrepende e eu estava dando brechas para o adversário, com o meu descompromisso com a verdade. Graças aos conselhos de meus pais assistindo a um programa show da fé fui curada, não senti nada em especial no corpo mas tomei posse da cura e tive pelo Espírito Santo a convicção da cura. Para a Glória de Nosso Senhor e Salvador Jesus estou curada e as pedras desapareceram, posso comprovar com ultrassonografia anterior a cura e após o milagre. Missionário continue fazendo a obra que o Senhor te confiou com tanto amor as almas e a palavra, sempre tenho testemunhado das maravilhas que vejo no seu programa como também em toda a obra de Deus. Minha filha hoje tem 1 ano e 9 meses e é perfeita, sou membro da Igreja Assembléia de Deus Belém e Cuiabá-MT.
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quarta-feira, 24 de junho de 2009

O Senhor nos chamou para fazer a sua obra

(I Reis 7:13) - E enviou o rei Salomão um mensageiro e mandou trazer a Hirão de Tiro.
(I Reis 7:14) - Era ele filho de uma mulher viúva, da tribo de Naftali, e fora seu pai um homem de Tiro, que trabalhava em cobre; e era cheio de sabedoria, e de entendimento, e de ciência para fazer toda a obra de cobre; este veio ao rei Salomão, e fez toda a sua obra.
(II Crônicas 4:11) - Também Hirão fez as caldeiras, as pás e as bacias. Assim acabou Hirão de fazer a obra, que fazia para o rei Salomão, na casa de Deus.
O Senhor Jesus nos convocou para fazer a sua e nos capacitou para isso,assim sendo não podemos deixar de fazer aquilo para o qual Deus nos preparou.
Enguanto estivermos aqui na terra temos que fazer tudo pela obra do Senhor não saindo ou largando no caminho aquilo que nos foi confiado por Deus,fomos escolhido por Deus
[(João 15:16) - Não me escolhestes vós a mim, mas eu vos escolhi a vós, e vos nomeei, para que vades e deis fruto, e o vosso fruto permaneça; a fim de que tudo quanto em meu nome pedirdes ao Pai ele vo-lo conceda.] por isso não podemos deixar nunca o chamado de Deus para nossa vida.
(II Timóteo 4:7) - Combati o bom combate, acabei a carreira, guardei a fé.

terça-feira, 23 de junho de 2009

/ mundo / Acidente
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O Portal de Notícias da Globo
23/06/09 - 15h44 - Atualizado em 23/06/09 - 16h03
Mulher engata ré e despenca do quarto andar de garagem nos EUA
Caso ocorreu em Springfield, Massachusetts.Vítima, que tinha pouco mais de 20 anos, foi hospitalizada.
Do G1, com AP
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Bombeiros e equipes de resgate observam carro que caiu de garagem nesta terça-feira (23) em Springfield, no estado americano de Massachusetts. Uma mulher de pouco mais de 20 anos tentou dar ré no quarto andar da garagem, mas 'exagerou' e caiu. Ela foi hospitalizada. Segundo os policiais, ela só não ficou mais machucada porque estava usando o cinto de segurança. (Foto: AP)